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Bonds da Venezuela disparam após a captura de Maduro pelos EUA

Redação Por Redação
05/jan/2026
Em Internacional, Mercados, Notícias
Imagem: Reuters/Eduardo Munoz

Imagem: Reuters/Eduardo Munoz

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Os bonds da Venezuela, como são chamados os papéis de dívida do governo, registraram forte valorização na abertura dos mercados nesta segunda-feira (5), após a prisão do presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. O episódio reacendeu expectativas sobre uma eventual renegociação da dívida soberana do país, que está em moratória há anos.

De acordo com informações publicadas pela Reuters, títulos emitidos pelo governo venezuelano e pela estatal petrolífera Petróleos de Venezuela (PDVSA) avançaram até 8,5 centavos de dólar, movimento equivalente a cerca de 20%.

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Mudança política na Venezuela já era cogitada pelo mercado

Antes da operação realizada pelos EUA, os preços dos bonds da Venezuela já incorporavam gradualmente a possibilidade de uma alteração no comando político do país.

Com a detenção de Maduro em uma ação militar surpresa em Caracas, investidores passaram a enxergar oportunidades adicionais, intensificando a procura por ativos venezuelanos, mesmo com o histórico de inadimplência.

A dívida da Venezuela entrou em default em 2017, quando o governo e a PDVSA interromperam os pagamentos aos credores internacionais.

Avaliação do J.P. Morgan sobre os bonds da Venezuela

Em relatório ao mercado, analistas do J.P. Morgan destacaram que os títulos da Venezuela e da PDVSA praticamente duplicaram de valor ao longo de 2025. Segundo o banco, ainda seria possível observar uma recuperação adicional de até 10 pontos percentuais na abertura do pregão desta segunda-feira.

Os papéis venezuelanos figuraram entre os ativos de melhor desempenho global no ano passado, impulsionados pelo aumento da pressão militar dos Estados Unidos sobre o governo Maduro durante a presidência de Donald Trump.

Dados da Tradeweb citados pela Reuters mostram que o título com vencimento em 2031 passou a ser negociado próximo de 40 centavos de dólar.

Outros vencimentos oscilaram entre 35 e 38 centavos, enquanto a maior parte da dívida da PDVSA registrou avanço superior a 6 centavos, com preços ao redor de 30 centavos.

Tamanho da dívida e complexidade da renegociação

Estimativas de analistas indicam que a Venezuela e a PDVSA deixaram de honrar aproximadamente US$ 60 bilhões em títulos da dívida pública.

Ao considerar outras obrigações externas — como passivos da PDVSA, financiamentos bilaterais e decisões arbitrais — o endividamento total do país pode alcançar entre US$ 150 bilhões e US$ 170 bilhões, dependendo do cálculo dos juros acumulados e do andamento de processos judiciais.

A prisão de Maduro e sua remoção para os EUA reforçaram a percepção de que o país poderá enfrentar uma das maiores e mais complexas reestruturações de dívida soberana já registradas.

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Expectativa de processo longo limita avanço nos preços

Investidores ouvidos pela Reuters avaliam que uma renegociação desse porte tende a ser prolongada e tecnicamente desafiadora, o que pode conter movimentos mais acelerados de valorização dos títulos no curto prazo.

Apesar disso, a simples perspectiva de um acordo é vista como um passo relevante para a retomada do acesso da Venezuela a financiamento externo.

Segundo investidores, os chamados preços de recuperação poderiam alcançar níveis entre 50 e 60 centavos de dólar no longo prazo.

Barclays muda recomendação após ação dos EUA na Venezuela

A ação dos Estados Unidos na Venezuela, que levou à retirada de Nicolás Maduro do poder, forçou o Barclays a rever rapidamente sua recomendação para os títulos do país e da estatal PDVSA. O banco voltou atrás apenas 14 horas após rebaixar os bonds venezuelanos.

Na sexta-feira (2) o Barclays reduziu a indicação de “market weight” para “underweight”. Pouco depois, o estrategista do Barclays, Jason Keene, restabeleceu a recomendação de exposição em linha com o mercado.

“Como a nossa mudança de visão foi rapidamente superada pelos acontecimentos no solo venezuelano, elevamos a Venezuela de volta para ‘market weight’ e esperamos que os bonds sejam negociados em alta na abertura do mercado”, afirmou Keene.

Segundo o Barclays, Venezuela e PDVSA têm US$ 56,5 bilhões em bonds sem garantia ainda em circulação. Com a inclusão dos juros vencidos e não pagos, o total chega a US$ 98,3 bilhões.

O banco avalia que, após a ofensiva americana, o desempenho dos títulos deve passar a refletir as expectativas do mercado sobre o início de um processo de reestruturação da dívida.

Projeções do Citi para os bonds da Venezuela

Analistas do Citi afirmam que será necessário um acordo “multifacetado e plurianual”, diante do elevado volume da dívida, da fragmentação da base de credores e das restrições legais e sanções impostas pelos Estados Unidos.

“Esperamos que a reestruturação da dívida da Venezuela seja excepcionalmente complexa, possivelmente comparável à da Grécia em 2012”, escreveram em nota. Segundo o banco, o resultado será altamente sensível às premissas relacionadas à normalização do Produto Interno Bruto (PIB) após a transição política e ao ritmo de recuperação da produção de petróleo.

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O cenário-base do Citi considera um corte de 50% no valor principal dos títulos atuais. A proposta envolveria a emissão de um novo papel com vencimento em 20 anos, além de um título de cupom zero, com prazo de 10 anos, como compensação pelos juros não pagos desde 2017.

“Assumimos que a dívida precisaria ser reduzida para pelo menos cerca de 85% da relação dívida/PIB no momento da reestruturação”, afirmaram os analistas, em comparação com um nível próximo de 175% atualmente.

Eles acrescentaram que, se 14% da receita do petróleo for direcionada ao serviço da dívida externa, os novos bonds da Venezuela poderiam oferecer um cupom em torno de 4,4%.

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