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Morning Call: Trump pressiona Powell e reacende temor sobre independência do Fed

Redação Por Redação
12/jan/2026
Em Mercados, Notícias
Morning Call:

Imagem: Divulgação

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou o pregão desta sexta-feira (9) em leve alta de 0,27%, aos 163.370,31 pontos, em um pregão marcado pela repercussão de indicadores-chave no Brasil e nos Estados Unidos mantendo-se próximo das máximas históricas.

O humor do mercado foi influenciado pelo payroll, relatório oficial de empregos dos Estados Unidos. Em dezembro, foram criadas 50 mil vagas, número que levou investidores a reavaliar o ritmo de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed). Após a divulgação, a ferramenta FedWatch mostrou um leve aumento das apostas de manutenção da taxa básica na reunião de janeiro.

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No cenário doméstico, o IPCA de dezembro veio dentro das expectativas do mercado. O dado reforçou a leitura de analistas de que o Banco Central (BC) pode iniciar um ciclo de afrouxamento monetário a partir de março.

Em destaque no Ibovespa, a Petrobras apresentou desempenho misto ao longo do pregão, registrando leve queda de 0,19% (ON) e alta de 0,33% (PN). Já a Vale caiu 1,14%, reduzindo o fôlego do índice no fim da sessão.

Já o setor financeiro teve papel relevante na sustentação do índice, com as ações do Santander em alta de 1,16% nas units, enquanto os papéis preferenciais do Itaú encerraram o dia com queda de 0,20%.

No câmbio, o dólar encerrou o pregão em baixa de 0,43% ante o real, cotado a R$ 5,36. Apesar do avanço da moeda norte-americana frente a divisas fortes no exterior, o real se valorizou, acompanhando o movimento positivo de parte das moedas de países emergentes.

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No cenário internacional, os mercados devem sentir com mais intensidade nesta semana a retomada do fluxo de negócios, em meio a uma agenda carregada no Brasil e no exterior.

No exterior, após o payroll divulgado na semana passada, os investidores voltam as atenções para a inflação ao consumidor dos Estados Unidos, medida pelo CPI, que será conhecida na terça-feira (13), e para o Livro Bege do Federal Reserve, na quarta-feira (14). Além disso, os grandes bancos norte-americanos abrem oficialmente a temporada de balanços, trazendo novos sinais sobre a saúde do sistema financeiro.

O ambiente externo, no entanto, ganhou um novo fator de tensão com o agravamento do embate entre o presidente Donald Trump e o presidente do Fed, Jerome Powell. O Departamento de Justiça dos EUA ameaçou abrir uma investigação criminal contra Powell, o que elevou a aversão ao risco nos mercados. Na primeira reação, os futuros das bolsas americanas e o dólar recuaram durante esta madrugada.

Na noite de domingo, Powell divulgou um vídeo no qual denunciou o que chamou de “intimidação” por parte de Trump, após ter sido intimado na última sexta-feira (9) sob acusações relacionadas ao projeto de reforma do prédio do banco central americano. Segundo o presidente do Fed, a ameaça de acusação criminal faz parte de uma campanha contínua do governo Trump contra sua gestão, que não teria cedido às pressões por cortes mais agressivos nos juros.

Às vésperas de deixar o comando da instituição, Powell levantou dúvidas sobre a preservação da independência da política monetária nos Estados Unidos. Em sua fala, afirmou que a questão central é saber se o Fed continuará definindo a taxa de juros com base em dados e nas condições econômicas ou se passará a sofrer influência direta de pressões políticas.

No Brasil, o foco recai sobre o ritmo da atividade econômica, com a divulgação do volume de serviços, das vendas no varejo e do IBC-Br de novembro. O chamado “trade eleitoral” também volta ao radar, com a divulgação de nova pesquisa Quaest para o Palácio do Planalto.

Em desdobramento do caso Master, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, tem reunião marcada para esta segunda-feira (12) com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e com o diretor Ailton de Aquino.

O encontro ocorre em meio às controvérsias envolvendo o banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, e deve tratar de um modelo que concilie as prerrogativas do TCU com a autonomia da autoridade monetária nos processos de liquidação.

Vital do Rêgo afirmou que pretende discutir com o Banco Central um modelo que assegure o respeito à autonomia da autoridade monetária, sem que o TCU abra mão de sua competência constitucional de fiscalizar. Ele ressaltou que o tribunal respeita a autonomia do BC e deseja uma instituição “forte”, mas deixou claro que a Corte não renunciará ao direito de acompanhar e avaliar a atuação do regulador, mesmo sem poder para reverter processos de liquidação.

Uma análise preliminar dos auditores do TCU concluiu que não houve “inação” do Banco Central em relação às fraudes envolvendo o banco Master. Em reação ao parecer, o ministro Jhonatan de Jesus divulgou nota à imprensa no sábado, afirmando que a manifestação das áreas técnicas é preliminar e não deve ser confundida com decisões do plenário do TCU.

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Manchetes desta manhã

  • Nova ameaça de Trump ao Fed resgata trade ‘sell America’ no mercado (Valor)
  • Reforma tributária: Fiemg vê problemas pontuais (Folha)
  • Ministro relator do caso Master no TCU indicou emendas que ‘sumiram’ e viraram buracos em Roraima (Estadão)
  • Fundo da Reag que recebeu R$ 450 milhões em operação do Master multiplicou patrimônio em 30 mil vezes em 20 dias (O Globo)
  • Fisco pode restringir compensação de benefícios de ICMS por contribuintes  (Valor)

Mercado global

As Bolsas da Europa operam sem direção única, com atenção à instabilidade no Irã e às declarações de Trump sobre possíveis respostas energéticas e militares à escalada dos distúrbios, além da tensão entre o governo Trump e o Fed.

Na Ásia, os índices fecham em alta com recorde de negociações na China, de US$ 521 bilhões.

Xangai fechou em alta de 1,09% e Shenzhen, de1,75%, enquanto em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 1,44% com alta de empresas ligadas a design de chips.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi subiu 0,84% com recorde nos pontos pelo sétimo pregão consecutivo e em Seul, as ações que mais subiram foram da Hyundai Gloves, com alta de mais de 7%. No Japão, não houve pregão em razão de feriado nacional.

Em Nova York, os índices futuros abriram em queda diante de temores sobre a independência do Fed, após o Departamento de Justiça dos EUA abrir investigação criminal contra o presidente da instituição, Jerome Powell.

Confira os principais índices do mercado:

  • Dow Jones Futuro: -0,72%
  • S&P 500 Futuro: -0,66%
  • Shanghai SE (China), +1,09%
  • Shenzhen: +1,75%
  • ASX 200 (Austrália): +0,48%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,04%
  • STOXX 600: -0,07%
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Commodities

  • Petróleo: recua após o Irã afirmar que controlou os distúrbios recentes, reduzindo temores sobre a oferta, enquanto o mercado avalia a possível retomada das exportações da Venezuela, em meio à corrida de petrolíferas por navios-tanque e a alertas de que o risco geopolítico segue subestimado.

    O Brent/mar recua 0,47%, cotado a US$ 63,04 e o WTI/fev cai 0,59%, a US$ 58,77
  • Minério de ferro: fechou em alta de 0,92% em Dalian, na China, cotado a US$ 117,95/ton.

    Em Singapura, os contratos futuros sobem 0,64%, cotados a US$ 109,15/ton e o mercado à vista avança 0,47%, cotado a US$ 108,85/ton.

Cenário internacional é de tensão entre Trump e o Fed

Nos EUA, os investidores devem monitorar as falas de dirigentes do Fed. Às 14h30, ocorre o discurso de Raphael Bostic, enquanto às 14h45 quem fala é Thomas Barkin. Ambos são membros não votantes. À noite, às 20h, vai discursar John Williams, membro votante do Fed.

Em meio à tensão com o Fed, o presidente Donald Trump pediu um limite de 10% nas taxas de juros do cartão de crédito por um ano, a partir de 20 de janeiro, o que pode repercutir sobre ações de bancos no país.

O mercado acompanha ainda o agravamento das tensões entre EUA e Irã, depois que o presidente Trump afirmou que os EUA avaliam uma ampla gama de respostas à repressão violenta aos protestos no Irã, incluindo opções militares, sanções adicionais e ações cibernéticas.

Cenário nacional

No Brasil, a agenda da semana inicia com o tradicional Boletim Focus e a divulgação do IGP-M, enquanto mantêm no radar dados mais relevantes previstos para os próximos dias, como o IBC-Br de novembro, o volume de serviços e as vendas no varejo.

Entre os compromissos do dia, às 14h, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, se reúne em Brasília com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho.

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Destaques do mercado corporativo

  • PRIO ajustou para R$ 91 milhões o valor do aumento de capital decorrente do exercício de opções de ações.
  • Sabesp corrigiu o valor por ação dos JCP, mantendo o montante total de R$ 1,79 bilhão.
  • ISA Energia aprovou nova emissão de debêntures no valor de R$ 3,78 bilhões.
  • Taesa recebeu autorização do ONS para energização de reforço em sua concessão São Pedro.
  • Gol divulgou laudo de avaliação para OPA, etapa do processo de incorporação e fechamento de capital.
  • Azul submete a assembleia proposta de unificação da estrutura acionária como parte da reestruturação no Chapter 11.


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