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Inflação (IPCA) fecha 2025 dentro da meta pela primeira vez desde 2019

Por Thiago de Souza
09/jan/2026
Em Mercados, Notícias
Imagem: Marcelo Camargo

Imagem: Marcelo Camargo

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A inflação oficial do Brasil (IPCA) encerrou 2025 em 4,26%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta sexta-feira (9). O resultado ficou abaixo do teto da meta de inflação, de 4,5%, definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) pela primeira vez desde 2019.

Em dezembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,33%, acelerando em relação a novembro (0,18%), mas ficando abaixo do registrado no mesmo mês de 2024 (0,52%). Foi o menor resultado para um mês de dezembro desde 2018.

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O grupo Transportes teve a maior alta entre os grupos no mês, com variação de 0,74% e impacto de 0,15 p.p. O resultado foi influenciado pelos aumentos no transporte por aplicativo e nas passagens aéreas (+12,61%).

Maiores impactos no IPCA em 2025

No acumulado de 2025, o grupo Habitação foi o principal responsável pela alta do IPCA, ao avançar 6,79%, ante 3,06% em 2024. O impacto foi de 1,02 ponto percentual (p.p.), mais que o dobro do observado no ano anterior.

Na sequência, os maiores impactos vieram de Saúde e cuidados pessoais (5,59% e 0,75 p.p.), Despesas pessoais (5,87% e 0,60 p.p.) e Educação (6,22% e 0,37 p.p.). Esses quatro grupos responderam por cerca de 64% da inflação do ano.

Energia elétrica foi o subitem que mais pesou

Entre os subitens, a energia elétrica residencial exerceu o maior impacto individual sobre o IPCA de 2025, com contribuição de 0,48 p.p. e alta acumulada de 12,31%. O resultado refletiu reajustes tarifários e maior incidência de bandeiras tarifárias ao longo do ano.

Também tiveram impacto relevante cursos regulares, planos de saúde e aluguel residencial, todos com variações acima de 6% no período.

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Alimentação desacelera e ajuda a conter o índice

O grupo Alimentação e bebidas desacelerou de forma relevante, passando de alta de 7,69% em 2024 para 2,95% em 2025. A alimentação no domicílio foi o principal fator de alívio, com variação de apenas 1,43% no ano.

Segundo o IBGE, a maior oferta de alimentos contribuiu para a queda de preços em vários meses, especialmente no segundo semestre.

Para a ministra do Planejamento, Simone Tebet, em publicação no X (antigo Twitter), a desaceleração do IPCA em 2025, combinada ao crescimento do emprego e da massa salarial, mostra um “círculo virtuoso que faz o Brasil melhorar a cada dia.”

Tão importante quanto fechar dentro da meta é a inflação baixa para o item que mais importa: alimentos, 2,9%. Menos da metade de 2024.
Mais comida na mesa dos brasileiros, que tiveram aumento real do salário mínimo.

— Simone Tebet (@simonetebetbr) January 9, 2026

Transportes pressionam o IPCA de dezembro

Em dezembro, o grupo Transportes teve a maior alta entre os grupos, com variação de 0,74% e impacto de 0,15 p.p. O resultado foi influenciado pelos aumentos no transporte por aplicativo e nas passagens aéreas.

Já o grupo Habitação recuou 0,33% no mês, puxado pela queda da energia elétrica residencial, após a mudança da bandeira tarifária.

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Mercado vê composição de inflação benigna

Para o economista Maykon Douglas, o resultado do IPCA em 2025 veio em linha com o esperado e reforça que a inflação teve uma composição mais benigna do que a projetada no início do ano. Segundo ele, os efeitos da política monetária restritiva começaram a se materializar ao longo do período.

Apesar disso, Douglas chama atenção para a inflação de serviços sensíveis ao mercado de trabalho, que voltou a acelerar no fim do ano. Com desemprego em mínima histórica e crescimento da população ocupada, ele avalia que o Banco Central deve manter cautela e iniciar cortes de juros apenas em março.

O economista-chefe do Banco Bmg, Flávio Serrano, afirma que a leitura de dezembro não altera o cenário inflacionário estrutural. Para ele, a inflação de serviços segue pressionada, enquanto a de bens permanece mais comportada, o que justifica a manutenção de uma política monetária contracionista por um período prolongado.

Já a economista-chefe da gestora Lifetime, Marcela Kawauti, observa que, apesar de o IPCA ter fechado dentro da meta, a composição do índice ainda traz desafios para o Banco Central.

Segundo ela, os núcleos de inflação e os preços de serviços seguem acima do desejável, o que pode adiar o início do ciclo de corte de juros.

Para 2026, o BNP Paribas projeta que a inflação permaneça abaixo do teto da meta ao longo de todo o ano, com expectativa de encerramento em torno de 4%, sustentada por perspectivas mais favoráveis para alimentos e energia elétrica.

Segundo Laiz Carvalho, economista do BNP, em meio a perspectiva positiva para alimentos e energia elétrica, o banco projeta um IPCA de 3,02% no acumulado em 12 meses no mês de julho, praticamente colado no centro da meta do Banco Central.

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