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Morning Call: Japão dá largada em semana decisiva sobre juros, sob pressão do conflito no Oriente Médio

Por Redação
28/abr/2026
Em Destaques, Mercados, Notícias
Imagem:  Kim Kyung-Hoon/Reuters

Imagem: Kim Kyung-Hoon/Reuters

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), perdeu o patamar dos 190 mil pontos na sessão desta segunda-feira (27) ao fechar em queda de 0,61%, aos 189.578,79 pontos. O movimento foi marcado pela postura cautelosa dos investidores, que aguardam as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, nesta superquarta.

No cenário externo, as tensões geopolíticas entre EUA e Irã também ajudaram a pressionar o índice, com impasses nas negociações de paz e declarações recentes do governo iraniano indicando que propostas ainda estão em avaliação.

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Entre os destaques do pregão, o avanço do petróleo no mercado internacional sustentou o desempenho positivo da Petrobras, cujas ações subiram 0,34% (ON) e 0,45% (PN). Na ponta oposta, a Vale recuou 0,43%, pressionada pelo cenário mais fraco para o minério de ferro em meio à recomposição dos estoques antes do feriado de 1º de maio.

No setor financeiro, o tom foi negativo: Banco do Brasil caiu 0,84% (ON), enquanto Bradesco recuou 0,95% (PN) e 0,82% (ON). Já o Itaú Unibanco fechou em baixa de 0,86%. Entre as maiores altas do dia, destaque para Usiminas, que disparou 6,96%, e Prio, com ganho de 2,75%. Já a Cury liderou as perdas do dia, em queda de 7,76%.

No câmbio, o dólar fechou em queda de 0,32% ante o real, cotado a R$ 4,98. A desvalorização também foi motivada pela alta dos preços do petróleo e expectativa pela decisão do Copom.

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O cenário internacional segue dominado pela cautela dos Bancos Centrais em meio à escalada de riscos geopolíticos. Na abertura de uma semana decisiva para a política monetária, o Banco do Japão (BoJ) manteve nesta terça-feira (28) os juros em 0,75%, em linha com o esperado pelo mercado. A decisão, no entanto, veio dividida (6×3), com parte dos dirigentes já defendendo aperto monetário diante das pressões inflacionárias alimentadas pelo avanço do petróleo.

A tensão no Oriente Médio permanece como principal vetor para os mercados. Apesar de um aparente compasso de espera, o impasse entre Estados Unidos e Irã segue travando negociações. A proposta de Teerã para reabrir o Estreito de Ormuz foi rejeitada por Washington, que mantém a questão nuclear como linha vermelha.

Nos bastidores, mediadores ainda tentam destravar um acordo, considerado crucial nos próximos dias, começando pela reabertura do estreito antes de avançar para temas mais sensíveis.

Mesmo sem avanços concretos, o risco de uma nova escalada do conflito continua no radar — fator que deve influenciar diretamente as decisões de política monetária ao longo da semana. Além do BoJ, o Federal Reserve (Fed) deve manter os juros inalterados, enquanto o Bank of England (BoE) e o European Central Bank (BCE) também devem reforçar um tom cauteloso, atentos aos impactos da crise energética sobre inflação e crescimento.

No Brasil, o foco se volta para a inflação e os próximos passos do Comitê de Política Monetária (Copom). O mercado consolidou a expectativa de um corte mais moderado da Selic, de 0,25 ponto percentual, para 14,5% nesta superquarta. A divulgação do IPCA-15 de abril, nesta terça-feira, pode ser determinante para calibrar essas apostas.

A projeção mediana aponta para alta de 0,98%, após registrar 0,44% em março, segundo o Projeções Broadcast, com uma aceleração relevante puxada principalmente pelos combustíveis.

Além da energia, a inflação também deve ganhar tração em alimentos, combinando fatores sazonais com o encarecimento do transporte. O resultado tende a vir acompanhado de uma piora qualitativa, com avanço dos núcleos de inflação, indicador mais sensível para o Banco Central.

Diante desse quadro, embora o corte de 0,25 ponto seja amplamente esperado, economistas projetam um comunicado mais duro do Copom, com ênfase na cautela e deterioração do balanço de riscos. Um IPCA-15 acima do esperado pode reduzir ainda mais o espaço para aceleração no ritmo de flexibilização monetária nos próximos meses.

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Manchetes desta manhã

  • Compass anuncia oferta secundária de ações e migração para o Novo Mercado da B3 (Valor)
  • Setor aéreo brasileiro prevê alta superior a 20% nas passagens com reforma tributária (Folha)
  • Atlas/Bloomberg: Lula é aprovado por 46,8% e desaprovado por 52,5% dos brasileiros (Estadão)
  • IPCA-15 de abril sobe para 0,89%, com alta no preço dos alimentos como reflexo dos conflitos no Oriente Médio (O Globo)

Mercado global

As bolsas da Europa operam mistas nesta terça-feira, sustentadas por resultados corporativos positivos, com destaque para a BP, que superou expectativas de lucro e impulsiona suas ações.

Apesar disso, o impasse nas negociações entre EUA e Irã mantém o petróleo pressionado e limita ganhos dos índices, enquanto investidores aguardam as decisões dos bancos centrais na região.

Na Ásia, os mercados operaram majoritariamente em queda, refletindo a pressão dos preços elevados do petróleo e a persistente incerteza geopolítica com as negociações entre EUA e Irã.

No Japão, o Banco Central manteve a taxa de juros em 0,75%, em linha com as expectativas do mercado, e reforçou que pretende seguir com um processo gradual de normalização monetária, condicionado à evolução da economia e aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.

O BoJ também afirmou que as expectativas de inflação provavelmente continuarão subindo moderadamente, reforçando a visão do mercado de que um maior aperto monetário permanece em discussão ainda este ano.

Em Nova York, os índices futuros operam mistos, pressionados pela queda das ações de tecnologia, diante das incertezas sobre a monetização de investimentos em inteligência artificial. O mercado também acompanha os preços do petróleo, que avançam com o Estreito de Ormuz ainda fechado.

Confira os principais índices do mercado:

  • S&P 500 Futuro: -0,26%
  • FTSE 100: +0,34%
  • CAC 40: +0,11%
  • Nikkei 225: -1,02%
  • Hang Seng: -0,95%
  • Shanghai SE Comp: -0,19%
  • Ouro (jun): 2,25%, a US$ 4.587,75 por onça troy
  • Índice do dólar (DXY): +0,32%, aos 98,81 pontos
  • Bitcoin: -1,86% a US$ 76.210,2
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Commodities

  • Petróleo: os contratos futuros disparam nesta terça-feira, com o Brent superando os US$ 111 por barril, em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio.

    O impasse nas negociações entre EUA e Irã, somado à insatisfação de Donald Trump com a proposta do Irã, e às restrições no Estreito de Ormuz, reforça o risco de oferta e sustenta a forte pressão de alta sobre os preços.

    O Brent/junho sobe 2,77%, cotado a US$ 111,23 e o WTI/junho avança 3,47%, a US$ 99,71.

  • Minério de ferro: fechou em queda de 0,89% na Bolsa de Dalian, na China, cotado a US$ 114,39/ton.

    Os Preços da commodity cedem em meio aos temores de demanda mais fraca, especialmente na China, que não deve adotar estímulos relevantes ao setor siderúrgico no curto prazo, segundo a Nanhua Futures. Apesar da redução gradual dos estoques nos portos chineses com a recomposição pelas siderúrgicas, o equilíbrio entre oferta e demanda limita movimentos mais definidos nos preços.

Cenário internacional é de cautela diante do impasse nas negociações do Oriente Médio

Nos EUA, o mercado acompanha a divulgação do índice de confiança do consumidor de abril, medido pelo Conference Board, além do leilão de T-notes de 7 anos — indicadores que podem calibrar as expectativas sobre a trajetória da economia americana e dos juros.

No campo geopolítico, o Oriente Médio segue no centro das atenções. Segundo o Axios, o Irã enviou aos EUA, via mediadores paquistaneses, uma proposta para dissociar a crise no Estreito de Ormuz da questão nuclear. A estratégia do Teerã prevê priorizar a reabertura da rota marítima e o fim do bloqueio naval americano, considerados objetivos mais “rápidos e viáveis”, antes de avançar para negociações mais complexas.

A iniciativa, no entanto, foi rejeitada por Donald Trump, mantendo o impasse. Em paralelo, o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, viajou à Rússia para se reunir com Vladimir Putin, em um movimento que sinaliza a tentativa de Teerã de angariar apoio estratégico nas negociações.

Cenário nacional

No Brasil, o foco se volta para a inflação. O IBGE divulgou o IPCA-15 de abril, considerado uma prévia da inflação oficial, em um momento de crescente pressão vinda do choque de energia. O indicador subiu para 0,89% em abril, refletindo os efeitos dos conflitos entre Estados Unidos e Irã, que no Brasil já vêm pressionando os preços de alimentos e combustíveis.

Ainda na agenda, a arrecadação federal de março deve somar R$ 230,3 bilhões, com alta real de 4,8% no acumulado do primeiro trimestre e de 5,6% na comparação anual.

O desempenho das receitas indica uma economia ainda resiliente, apesar de sinais de desaceleração na margem, e reflete tanto a atividade doméstica quanto mudanças recentes na base fiscal, como o reforço do IOF. Por outro lado, o impacto da alta do petróleo já começa a aparecer nas receitas não administradas, especialmente por meio dos royalties.

A temporada de balanços também ganha protagonismo na B3, com a divulgação dos resultados de Vale, Hypera e Neoenergia após o fechamento. No caso da Vale, a expectativa é de um primeiro trimestre robusto, impulsionado por desempenho operacional acima do esperado, com avanço de lucro e Ebitda na comparação anual — ainda que sob pressão de custos mais elevados, como câmbio e combustíveis.

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Destaques do mercado corporativo

  • Petrobras: fechou acordo para aquisição de 100% de parte do Campo de Argonauta, na Bacia de Campos, por R$ 700 milhões, mais US$ 150 milhões, em três parcelas.
  • Gol: avalia entrar como terceira interessada em processo do Cade sobre aporte da American Airlines na Azul.
  • Engie: pagará R$ 657,7 milhões em proventos e ratificou aquisição da Companhia Energética do Jari.
  • Cemig: foi incluída pela 26ª vez no índice Dow Jones Best in Class e aderiu à repactuação de usinas.
  • Intercement: teve cancelamento de registro de emissor aprovado pela CVM.
  • Agibank: captou R$ 2,5 bilhões via FIDC com prazo de 10 anos.
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