A Bolsa de Valores brasileira deve iniciar a semana em alta, com expectativa de romper mais uma vez o seu topo histórico. O movimento pode ser impulsionado pelo alívio nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China.
O acordo para redução temporária de tarifas entre as duas maiores economias do mundo anima os mercados globais. A trégua tarifária está prevista para durar 90 dias.
A análise sobre o desempenho da Bolsa, do cenário macroeconômico e muito mais já está disponível no episódio desta segunda-feira (12) do podcast “Café do Mercado”, nas principais plataformas de podcasts, e apresentado por Lucas Rocco, CEO da Wiser | BTG Pactual.
- 🎧 Os segredos do mercado no seu ouvido! Ouça os podcasts do Monitor do Mercado e descubra insights valiosos para investir melhor.
EUA e China reduzem tarifas
Segundo o entendimento firmado, os Estados Unidos vão reduzir impostos de importação temporariamente, enquanto a China manterá apenas uma tarifa adicional de 20% sobre o Fentanil, substância altamente fiscalizada.
Nunca foi tão fácil ficar atualizado sobre finanças, economia e investimentos. Assine gratuitamente
A trégua comercial é vista como um sinal positivo para o comércio global, diminuindo o risco de desaceleração econômica. O petróleo reage com alta de 4% e os índices futuros das bolsas americanas apontam ganhos entre 3% e 4%.
Bolsa ignora juro alto e segue em alta
Mesmo com a taxa Selic em 14,75% ao ano — o maior nível em duas décadas —, a Bolsa brasileira acumula cinco semanas consecutivas de valorização. Na última semana, o avanço foi superior a 1%.
Rocco também menciona a atenção do mercado para os desdobramentos das falhas nos sistemas do INSS, que têm afetado o pagamento de aposentados. O impacto fiscal e social da situação está no radar dos investidores.











