O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (17) com leve alta de 0,04%, aos 135.564,74 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 17,9 bilhões.
A leve alta foi impulsionada pelo anúncio da Receita Federal de que não haverá cobrança retroativa do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para instituições financeiras, após decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes.
O mercado interpretou a sinalização com otimismo, já que a possibilidade de cobrança retroativa gerava insegurança jurídica e ampliava a percepção de risco fiscal, segundo analistas.
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Entretanto, a tensão crescente entre Brasil e Estados Unidos após a proposta de novas tarifas comerciais por parte do presidente Donald Trump, continua gerando incerteza nos mercados.
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O presidente Lula, em entrevistas nesta quinta-feira, reagiu às medidas norte-americanas, afirmando que o Brasil “gosta de negociação” e que o governo deve taxar empresas digitais americanas.
Na semana, o índice acumula queda de 0,46%. No mês, a perda é de 2,37%. No acumulado de 2025, ainda registra alta de 12,70%.
Destaques do Ibovespa
A Vale, ação de maior peso no Ibovespa, encerrou próxima da estabilidade (-0,18%). Petrobras recuou (ON -0,70%, PN -1,01%), mesmo com a alta superior a 1% do petróleo Brent e WTI. Os papéis do setor bancário avançaram, com destaque para Itaú (+1,51%), Santander (+1,81%) e BTG (+1,61%).
Entre as maiores altas do dia, ficaram Pão de Açúcar (+6,52%), WEG (+2,36%) e Prio (+2,15%). Por outro lado, Hypera (-4,43%), Ultrapar (-2,25%) e Vibra (-2,22%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
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