O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta segunda-feira (15) em alta de 0,90%, aos 143.546,58 pontos, maior fechamento já registrado. Durante a sessão, o índice chegou a 144.193,58 pontos — recorde intradiário. O volume financeiro negociado foi de R$ 17 bilhões.
A alta foi impulsionada pela expectativa em torno da decisão do Federal Reserve (Fed), que deve cortar juros na reunião desta quarta-feira (17). No Brasil, a taxa básica de juros, a Selic, deve ter mantida em 15% ao ano.
No cenário doméstico, as perspectivas para inflação e câmbio também melhoraram. O Boletim Focus reduziu as projeções para o IPCA de 2025 (de 4,85% para 4,83%) e para o dólar no fim do ano (de R$ 5,55 para R$ 5,50).
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Em setembro, a Bolsa avança 1,50%. No ano, a valorização chega a 19,34%.
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Destaques do Ibovespa
A Vale subiu 0,88%. Petrobras também auxiliou o índice, registrando alta de 1,45% na ON e 0,87% na PN. Os papéis dos bancos subiram, com exceção de Banco do Brasil (-2,20%), que caiu diante da possibilidade de retaliação dos EUA contra a condenação de Jair Bolsonaro.
Entre as maiores altas do dia ficaram Magazine Luiza (+7,41%), Yduqs (+6,72%) e Cogna (+4,45%). Por outro lado, RD Saúde (-3,93%), Minerva (-2,56%) e Banco do Brasil (-2,20%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
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