Após duas quedas consecutivas, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta segunda-feira (30) em alta de 0,53%, aos 182.514,20 pontos, mesmo diante das incertezas envolvendo o aumento das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã.
O movimento positivo registrado na sessão, porém, não altera a tendência do mês, que caminha para encerrar março com recuo de 3,32%, o pior desempenho desde julho de 2025. Apesar da piora recente, a Bolsa mantém valorização próxima de 12% em 2026.
Agora, investidores aguardam indicadores relevantes ao longo da semana, especialmente nos EUA. O principal destaque é o relatório oficial de emprego (payroll), que será divulgado na sexta-feira (3) — feriado no Brasil.
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Resultados corporativos mostram desempenho misto
A temporada de balanços do quarto trimestre de 2025 apresentou resultados heterogêneos. Das 75 empresas do índice, 33 superaram as expectativas do mercado, abaixo das 41 registradas no trimestre anterior.
Os destaques positivos ficaram concentrados nos setores financeiro e de utilidades públicas (utilities), que incluem empresas de energia e saneamento.
Destaques do Ibovespa
As ações do setor financeiro tiveram desempenho misto, enquanto Vale (+0,63%) e Petrobras (ON +0,64% e PN +0,53%) fecharam com ganhos moderados.
Entre as maiores altas do dia ficaram Yduqs (+3,76%), WEG (+3,46%) e Brava (+2,97%). Já entre as quedas, ficaram Lojas Renner (-4,70%), C&A (-4,33%) e Vamos (-3,71%).
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