O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quarta-feira (15) em queda de 0,46%, aos 197.737,61 pontos, interrompendo uma sequência de cinco recordes consecutivos. Durante a sessão, o índice atingiu os 199.232,46 pontos — nova máxima intradiária.
A desvalorização foi impactada por um movimento de correção e pelo avanço da inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-10), que avançou 2,94% em abril, acima do teto das projeções.
Mesmo com o recuo, a Bolsa ainda registra alta de 0,21% na semana, avanço de 5,48% no mês e valorização de 22,72% no ano.
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Petróleo oscila com cenário geopolítico
As incertezas sobre o cenário geopolítico no Oriente Médio fizeram os preços do petróleo fecharem próximos da estabilidade. O contrato do WTI para maio avançou 0,01%, a US$ 91,29 por barril. Já o Brent para junho subiu 0,15%, a US$ 94,93 por barril.
Destaques do Ibovespa
O movimento de correção foi parcialmente influenciado por ações de grande peso. Petrobras recuou 1,94% (ON) e 2,07% (PN), acompanhando a volatilidade do petróleo no mercado internacional. Por outro lado, a Vale avançou 0,16%.
No setor financeiro, o desempenho foi misto: o Banco do Brasil liderou as perdas, com queda de 3,86%, enquanto o Itaú subiu 1,10%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Iguatemi (+3,10%), Vibra (+2,80%) e Porto Seguro (+2,71%). Já entre as quedas, ficaram Marfrig (-10,38%), Braskem (-5,80%) e Rede D’Or (-5,68%).
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