A desescalada do conflito entre Estados Unidos e Irã e resultados positivos de grandes bancos americanos, como Morgan Stanley e o Bank of America, devem fazer o bitcoin (BTC) encerrar o chamado bear market — período prolongado de desvalorização.
A análise é de Maximiliaan Michelsen, da equipe de pesquisa da 21shares, que acredita em uma reversão do cenário visto nos últimos seis meses à medida que o apetite por risco dos investidores aumenta. Nos últimos três dias, a criptomoeda subiu mais de 4% e voltou aos US$ 74 mil.
Fatores institucionais, como a contínua compra da MicroStrategy (por meio de produtos como o STRC) e o pedido de registro do Goldman Sachs para um ETF de renda em Bitcoin, também sustentam esta visão.
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Esse conjunto de elementos manteve o ativo resiliente durante o período de estresse. Desde o início dos conflitos no Oriente Médio, o bitcoin acumula valorização de cerca de 15%, superando o desempenho de outros ativos de risco.
Segundo Michelsen, os gráficos mostram que, caso os valores do petróleo e as tensões geopolíticas se estabilizem, a barreira de US$ 75 mil pode ser quebrada e, assim, o bitcoin passará a ser negociado a US$ 80 mil nas próximas semanas.
Bolsas dos EUA renovam máximas
O movimento, inclusive, impactou positivamente as bolsas de Nova York. Nesta quarta-feira (15), tanto o S&P 500 quanto o Nasdaq atingiram novos recordes de fechamento, superando respectivamente os 7 mil e 24 mil pontos pela primeira vez na história.











