O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quarta-feira (3) em queda de 2,22%, aos 170.330,63 pontos, pressionado pela realização de lucros, saída de capital estrangeiro e cautela dos investidores com o cenário internacional.
A desvalorização devolveu parte da recuperação observada na sessão anterior. Segundo analistas, a pressão veio principalmente das ações da Vale e dos grandes bancos, empresas que possuem elevado peso na composição do índice.
Em fala ao Broadcast, Rubens Cittadin, especialista em renda variável da Manchester Investimentos, afirmou que a correção atingiu diversos setores do índice e que não houve um fator isolado responsável pela queda.
Na semana, o Ibovespa acumula queda de 1,99%. Em 2026, o avanço da Bolsa foi reduzido para 5,71%.
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Destaques do Ibovespa
A Vale derrubou o índice, recuando 3,78%, na mínima do dia, e devolvendo os ganhos registrados ontem. As ações da Petrobras também caíram 1,12% (ON) e 0,77%. No setor financeiro, as perdas foram disseminadas. O Santander caiu 2,34%, enquanto Itaú recuou 2,12%.
Entre as maiores altas do dia ficaram CSN (+8,85%), Usiminas (+8,57%) e Gerdau (+6,53%). Já entre as quedas, ficaram Marcopolo (-2,78%), Magazine Luiza (-2,41%) e WEG (-2,33%).
Acompanhe o gráfico Ibovespa (em tempo real):
Questão tarifária amplia cautela
Outro elemento que pesou sobre os negócios foi a retomada das preocupações com medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos. Diante do movimento, investidores optaram por manter uma postura cautelosa, enquanto o feriado de Corpus Christi no Brasil se aproxima.











