As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta terça-feira (4) em alta, chegando à quarta sessão consecutiva de valorização. O mercado foi impulsionado pela expectativa de um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, pela queda do petróleo e por resultados corporativos acima das expectativas.
Hoje, a commodity voltou a ser negociada abaixo de US$ 80 por barril após declarações do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, de que um acordo para reabrir a rota estratégica poderá ser firmado nos próximos dias.
Também contribuiu para o ambiente de maior apetite por risco uma informação divulgada pela Reuters de que o Exército dos EUA teria utilizado grande parte de seu estoque de mísseis de longo alcance e alta precisão durante o conflito com o Irã. Segundo a agência, o fato reacendeu discussões sobre a capacidade militar americana para enfrentar novos confrontos.
Confira o desempenho dos índices de Nova York:
- Dow Jones subiu 1,71% (54.085,88 pontos) — novo recorde;
- S&P 500 teve alta de 1,79% (7.736,52 pontos) — novo recorde;
- Nasdaq avançou 2,59% (26.584,99 pontos).
Temporada de balanços mantém mercado otimista
A temporada de resultados segue sustentando o desempenho das bolsas. As ações da Caterpillar, que subiram 5,6%, e da Palantir, com valorização de 29,5%.
Entre os destaques do pregão, as ações da SpaceX avançaram 9,43% antes da divulgação de seu primeiro balanço trimestral desde a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês). A SpaceX também anunciou uma parceria com a Nvidia, cujas ações encerraram o dia com alta de 2,54%.
Outra empresa do setor de semicondutores, a Advanced Micro Devices (AMD), avançou 7% antes da divulgação de seus resultados trimestrais.
As ações da Moderna avançaram 3,36% após a empresa anunciar a vacinação dos primeiros participantes de um estudo clínico de fase inicial para testar a segurança de uma candidata à vacina contra o vírus Ebola.
Enquanto isso, a Anthropic, que prepara sua abertura de capital, ganhou destaque após informações de que fechou um acordo de US$ 10 bilhões para contratação de capacidade computacional junto a uma startup de infraestrutura recém-criada, segundo fontes de mercado.











