A Petrobras (PETR4) prorrogou por mais cinco anos o contrato de afretamento e prestação de serviços do navio-plataforma (FPSO) Cidade de Angra dos Reis. A unidade, localizada no campo de Tupi, continuará em operação até 2030, conforme os novos termos acordados com as empresas Tupi Pilot MV 22 B.V. e Modec Serviços de Petróleo do Brasil Ltda.
Além da extensão do prazo, também serão realizadas adequações no FPSO, que atualmente tem potencial de produção superior a 50 mil barris por dia (bpd).
Adequação do FPSO para aumentar capacidade de produção
Além da prorrogação do contrato, foram incluídos aditivos que visam melhorias no FPSO para aumentar a confiabilidade e a eficiência da produção. Entre as medidas, destacam-se:
- Adequações estruturais e tecnológicas: as modificações buscam garantir a segurança operacional e manter a integridade da unidade.
- Meta de sustentabilidade: previsão de redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE), alinhando-se às práticas ambientais atuais.
O FPSO Cidade de Angra dos Reis é um dos principais ativos do pré-sal brasileiro, operando na Bacia de Santos desde outubro de 2010.
Estratégia de negócio da Petrobras
A decisão sobre o contrato adere ao Plano de Negócios 2025-2029 da Petrobras e de seus parceiros de garantir a continuidade das operações no campo de Tupi, que é um dos mais produtivos do país.
O campo de Tupi é operado por um consórcio formado pela Petrobras (67,216%), Shell (23,024%), Petrogal (9,209%) e PPSA (0,551%). A colaboração entre as empresas contribui para o sucesso das operações na área.
A extensão do contrato também sinaliza um compromisso com a geração de caixa e sustentabilidade, fatores que podem impactar positivamente a percepção do mercado.
*Com informações da agência de notícias CMA











