Empresas americanas começaram a enfrentar uma nova onda de ações coletivas movidas por investidores por supostamente exagerarem os impactos da inteligência artificial em seus negócios e resultados financeiro, o chamado “AI washing”.
Um levantamento internacional obtido com exclusividade pelo Monitor do Mercado, elaborado pela Howden — grupo global especializado em seguros para executivos e conselhos de administração — mostra que 2025 já registrou 17 ações coletivas relacionadas diretamente a promessas exageradas envolvendo IA.
O estudo foi citado por Marcos de Vasconcellos, CEO do Monitor do Mercado, em sua coluna publicada na Folha de S.Paulo.
O fenômeno ganhou o nome de “AI washing”, numa adaptação do termo “greenwashing”. Na prática, empresas estariam inflando ou distorcendo o uso de inteligência artificial para melhorar percepção institucional, sustentar valuation e convencer investidores de que estavam posicionadas na fronteira da inovação.
O estudo mostra ainda que empresas de tecnologia e biotecnologia concentram 60% das disputas federais desse tipo nos Estados Unidos.











