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Morning Call: Mercado acompanha discurso de Galípolo em meio às apostas de corte da Selic em janeiro

Redação Por Redação
12/nov/2025
Em Mercados, Notícias
Morning Call:

Imagem: Divulgação

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, seguiu em trajetória de alta e encerrou a sessão desta terça-feira (11) com avanço de 1,6%, aos 157.748 pontos — o maior nível de fechamento da história. Esse foi o 15º pregão consecutivo de valorização, igualando a sequência recorde registrada em 1994.

O desempenho foi impulsionado pelo otimismo do mercado de que o ciclo de corte dos juros comece em janeiro, após a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) com um tom mais ameno em relação à trajetória da Selic, atualmente em 15% ao ano.

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A inflação medida pelo IPCA também mexeu com as expectativas do mercado ao registrar o menor avanço para outubro desde 1998, com uma trajetória mais controlada dos preços, reforçando as apostas de corte dos juros.

Entre as ações de maior peso no Ibovespa, a Petrobras fechou em alta de 2,40% (ON) e 2,60% (PN) e a Vale registrou leve queda de 0,26%.

Já no setor financeiro, o dia foi de  ganhos expressivos, com destaque para Banco do Brasil (+3,03%), Santander (+2,33%) e Bradesco (+2,15%). Entre as maiores altas da sessão, Braskem (18,04%) liderou o ranking, enquanto BB Seguridade fechou em queda de 2,27%.

No fim do dia, o dólar acumulava queda de 0,64% ante o real, negociado a R$ 5,27, no menor nível de fechamento desde junho de 2024, motivado por fatores mistos, como a expectativa de corte de juros nos EUA, o fluxo de capital estrangeiro no Brasil e a manutenção da Selic em patamar elevado, que impulsionam a busca por ganhos fora dos EUA.

  • A nova lei do IR ainda não foi sancionada — mas já ameaça o lucro de quem empreende. Tire suas dúvidas ao vivo nesta quarta-feira (12). Inscreva-se aqui.

No mercado internacional a agenda desta quarta-feira (12) inicia agitada com a notícia de que a Câmara dos EUA deve votar ainda hoje um acordo para retomar o financiamento das agências federais e encerrar a paralisação iniciada em 1º de outubro — a mais longa da história do país.

Com a reabertura, investidores aguardam a divulgação de dados econômicos atrasados e reforçam as apostas em um possível corte de juros em dezembro.

No Brasil, são o tom dovish do Copom e o IPCA benigno que resgatam as chances de queda da Selic em janeiro.

Com base nesses fatores, o mercado acompanha entrevista e discurso do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que pode corrigir ou confirmar a leitura suave da ata do Copom.

Destaque também para a nova pesquisa Quaest, que revela o aumento da desaprovação do governo Lula para 50% ante 49% na pesquisa anterior. A aprovação do governo caiu um ponto para 47% e entre os que consideram o governo regular, o índice subiu de 27% para 28%.

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Manchetes desta manhã

  • Dólar cai para R$ 5,27, nível mais baixo em 17 meses, e Ibovespa bate 12º recorde seguido (Valor)
  • Derrite recua e vai manter competência da PF em texto contra crime organizado (Folha)
  • Genial/Quaest: Percepção dos brasileiros sobre a economia segue predominantemente negativa (Estadão)
  • Trump envia carta ao presidente de Israel para formalizar pedido de perdão a Netanyahu por investigações de corrupção (O Globo)
  • Mercado cobra solução do Tesouro para a NTN-C, título atrelado ao IGP-M (Valor)

Mercado global é impulsionado pelo fim do shutdown

As Bolsas da Europa operam em alta, acompanhando o otimismo com a provável reabertura do governo dos Estados Unidos.

No cenário econômico europeu, a inflação da Alemanha desacelerou levemente em outubro, atingindo 2,3%, segundo dados confirmados pelo escritório de estatísticas do país. Os preços harmonizados, que permitem comparação com outros países da União Europeia, registraram alta de 2,4% em relação a setembro do ano anterior.

Já no âmbito de política monetária, o Banco Central Europeu (BCE) mantém as taxas de juros estáveis desde junho e avalia que a política monetária está em “bom momento”.

Na Ásia, os índices encerraram a sessão desta quarta-feira majoritariamente em alta, seguindo a valorização nos mercados norte-americanos.

No Japão, índice Nikkei encerrou o pregão em alta de 0,49%, apesar de as ações do Softbank Group seguirem em queda após perderem mais de 3% ainda como decorrência da venda total de sua participação na Nvidia.

Já em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,85%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, subiu 1,07%. Em Taiwan, o Taiex encerrou o dia com ganho de 0,58%, enquanto as bolsas chinesas seguiram na direção oposta, com quedas leves: Xangai recuou 0,07% e Shenzhen, 0,36%.

Em Nova York, os índices futuros operam em alta nesta quarta-feira, impulsionados pelo otimismo com a expectativa de um acordo que encerre em breve a paralisação do governo americano.

Confira os principais índices do mercado:

•S&P 500 Futuro +0,3%
•FTSE 100 -0,1%
•CAC 40 +0,9%
•Nikkei 225 +0,4%
•Hang Seng +0,8%
•Shanghai SE Comp. -0,1%
•MSCI World +0,1%
•MSCI EM +0,3%
•Bitcoin +2,1% a US$ 104745,38

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Commodities

  • Petróleo: a queda é contida pela expectativa de que o fim da paralisação do governo dos EUA impulsione a demanda.
    Segundo o Saxo Bank, o WTI e o Brent seguem estáveis, com movimentação concentrada em operações especulativas. A OPEP+ suspendeu o aumento da produção no 1º trimestre e, junto com a AIE, divulgará hoje novas projeções para o mercado.

    O Brent/jan cai 0,58%, negociado a US$ 64,78 e o WTI/dez recua 0,64%, a US$ 60,65
  • Minério de ferro: fechou em leve alta de 1,20% em Dalian, na China, cotado a US$ 108,76/ton.

    Em Singapura, os contratos futuros valorizam 1,03%, cotados a US$ 102,80/ton e o mercado à vista avança 0,78%, cotado a US$ 103,70/ton.

Cenário internacional é de expectativa pelo fim da paralização dos EUA

Nos EUA, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos deve votar ainda hoje um acordo para restaurar o financiamento das agências governamentais e encerrar a paralisação. Com a reabertura, investidores aguardam a divulgação de dados econômicos acumulados durante o período de suspensão das atividades.

O mercado também acompanha nesta quarta-feira os discursos de vários membros do Federal Reserve (Fed), a partir das 11h, entre eles Stephen Miran (recém-indicado pelo presidente Donald Trump) e Christopher Waller, cotado para assumir a presidência da instituição.

Ainda nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump anunciou que pretende reduzir “algumas tarifas” sobre o café, sem detalhar a dimensão do corte nem os países que seriam beneficiados — a declaração impulsionou o ânimo de operadores e investidores do setor.

No Japão, a primeira-ministra Sanae Takaichi afirmou que atuará em conjunto com o Banco Central (BoJ) para garantir uma política monetária sustentável, capaz de levar o país a atingir a meta de inflação por meio de aumentos reais nos salários.

Cenário nacional de olho nas falas de Galípolo

No Brasil, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, participa, às 10h, da entrevista coletiva sobre o Relatório de Estabilidade Financeira. E às 14h, tem uma palestra no painel “Política Monetária no Brasil”, no Fórum de Investimentos, que pode sinalizar os rumos da taxa básica de juros no país.

A agenda desta quarta-feira destaca a divulgação dos dados do setor de serviços de setembro (PMS), às 9h, com projeção do BTG Pactual de alta anual de 3,3%, após avanço de 2,5% em agosto. O resultado pode influenciar as expectativas sobre os próximos passos da política monetária do Banco Central.

Entre os compromissos do dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem reunião às 9h30 com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, no Palácio do Planalto, e, em seguida, às 10h30, com a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

Ontem, o presidente assinou o decreto que redefine as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), limitando em 3,6% as taxas cobradas por empresas de tíquetes e reduzindo pela metade o prazo de repasse a restaurantes e supermercados.

No âmbito tributário, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, informou que a arrecadação de impostos, incluindo o IOF, superou as projeções em outubro, o que pode evitar novo aumento no bloqueio orçamentário, atualmente em R$ 12,1 bilhões.

  • HOJE (12), especialistas mostram como evitar as armadilhas da nova tributação de dividendos. Inscreva-se aqui.

Destaques no mercado corporativo

  • B3: lucrou R$ 1,2 bi no 3º trimestre, alta de 3,5% a/a, com leve crescimento nas receitas de negociação e pós-negociação.
  • Embraer: o fundo Brandes reduziu participação para 4,95%, sinalizando realocação de portfólio.
  • Sabesp: anunciou resgate antecipado de debêntures totalizando R$ 1,26 bi, reduzindo endividamento financeiro.
  • Cosan: capta R$ 1,4 bi em nova oferta e totaliza R$ 10,5 bi levantados no ano, fortalecendo caixa para expansão.
  • Prio: concluiu a compra de 40% e operação dos campos Peregrino e Pitangola, ampliando portfólio offshore.
  • Ambipar: obteve vitória judicial que impede o Opportunity de vender ações dadas em garantia.
  • Dexco: aprovou a emissão de R$ 1 bi em CPRs com prazo de 8 anos para financiar expansão no agronegócio.
  • Oi: B3 analisa novas medidas após falência e suspensão das negociações com ações da companhia.








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