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Morning Call: Tarifas ressurgem no radar dos EUA e aumentam riscos globais em meio à guerra

Por Redação
15/abr/2026
Em Destaques, Mercados, Notícias
Donald Trump; Imagem: Chip Somodevilla

Donald Trump; Imagem: Chip Somodevilla

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), ficou mais próximo da marca histórica dos 200 mil pontos nesta terça-feira (14), ao encerrar a sessão em alta de 0,33%, aos 198.657,33 pontos, em seu quinto recorde de fechamento consecutivo.

O movimento foi impulsionado pelo alívio das tensões geopolíticas, seguindo a expectativa dos mercados globais de que a retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã resulte no fim próximo do conflito.

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Entre os destaques da sessão, as ações da Petrobras registraram as maiores perdas do dia, com baixa de 4,44% (ON) e 3,82% (PN), impactadas pela forte queda dos preços do petróleo no mercado internacional. Por outro lado, a Vale avançou 1,08%, ajudando a sustentar o índice, enquanto o setor financeiro subiu em bloco, com destaque para o Banco do Brasil, que fechou em alta de 2,55% (ON).

No ranking geral, Cogna (+4,79%) e Localiza (ON +4,47% e PN +4,67%) lideraram as altas do dia, enquanto empresas do setor de energia, como Petrobras, Braskem (-2,58%) e Prio (-2,57%) tiveram as maiores perdas.

No câmbio, o dólar fechou novamente abaixo de R$ 5, com leve queda de 0,06% frente ao real, diante da redução das tensões geopolíticas e do enfraquecimento global da moeda norte-americana.

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No cenário internacional, o alívio das tensões geopolíticas, após Donald Trump sinalizar a retomada das negociações com o Irã nos próximos dias, segue como pano de fundo para a nova alta do petróleo, ainda que moderada, diante do fechamento do Estreito de Ormuz, com riscos relevantes para o fornecimento global de energia.

Enquanto isso, as tarifas retornam como tema de discussões nos Estados Unidos. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, sinalizou que as tarifas podem retornar aos níveis anteriores até julho. Segundo ele, o Tesouro ainda prevê um forte crescimento nos EUA, potencialmente acima de 3% a 3,5%.

Dessa vez, as tarifas serão cobradas sob a justificativa de funcionarem como uma estratégia de “redução de riscos”, ao invés de uma ruptura completa com a China, enquanto aumenta os riscos globais, juntamente com a guerra em curso no Irã.

No Brasil, o governo enviou ao Congresso, em regime de urgência, um projeto que propõe o fim da escala 6×1, substituindo-a pelo modelo 5×2 e reduzindo a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte de salários. No Planalto, a medida é tratada como uma das principais vitrines sociais da atual gestão, com forte apelo popular em meio ao cenário eleitoral.

Apesar do discurso alinhado à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores, a proposta já enfrenta resistência de setores do empresariado. Representantes alertam para possíveis aumentos de custos, impactos na produtividade e dificuldades de adaptação, especialmente em áreas intensivas em mão de obra, como comércio e serviços.

O governo também vincula a iniciativa ao aumento do número de afastamentos por doenças psicossociais relacionadas ao trabalho, defendendo que a redução da carga horária pode contribuir tanto para o bem-estar quanto para ganhos de produtividade.

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Manchetes desta manhã

  • Subsídio a diesel e economia fraca põem receita de Estados em risco (Valor)
  • PDV dos Correios atinge 32% da meta, e empresa prevê medidas de compensação (Folha)
  • Genial/Quaest: Governo Lula é desaprovado por 52% dos brasileiros e aprovado por 43% (Estadão)
  • Tesouro anuncia emissão de títulos em euros e retoma captação no mercado europeu após mais de uma década (O Globo)

Mercado global monitora avanços diplomáticos entre EUA e Irã

As bolsas da Europa operam sem direção definida, pressionadas por resultados corporativos, com destaque negativo para o setor de luxo após a desaceleração nas vendas da Hermès.

Na contramão, ações de saúde sobem, com Novo Nordisk e AstraZeneca em alta, enquanto investidores seguem atentos às tensões no Oriente Médio e a possíveis negociações entre EUA e Irã.

Na Ásia, a maioria das bolsas teve desempenho positivo, motivado por ações de tecnologia em sintonia com Wall Street e pelo otimismo com avanços diplomáticos entre EUA e Irã.

O destaque da sessão foi o índice o Kospi (+2,07%), voltando a se aproximar das máximas históricas atingidas no início do ano, impulsionado por fabricantes de chips diante da expectativa de demanda robusta por IA.

Em Nova York, os índices futuros abriram em baixa nesta quarta-feira, após alta na véspera impulsionada pelo otimismo sobre um possível acordo entre EUA e Irã, enquanto investidores aguardam confirmação de novas negociações.

Confira os principais índices do mercado:

  • S&P 500 Futuro: -0,04%
  • FTSE 100: +0,05%
  • CAC 40: -0,61%
  • Nikkei 225: +0,44%
  • Hang Seng: +0,29%
  • Shanghai SE Comp: +0,02%
  • Ouro (jun): -0,59%, a US$ 4.821,3 por onça troy
  • Índice do dólar (DXY): +0,09%, aos 98,209 pontos
  • Bitcoin: -0,29% a US$ 74.037,00
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Commodities

  • Petróleo: após forte queda na véspera, os contratos futuros operam em alta nesta quarta-feira, embora ainda sejam negociados abaixo de US$ 100 por barril.

    A alta ocorre mesmo com as expectativas de retomada das negociações entre EUA e Irã, após sinalizações de Donald Trump, enquanto o bloqueio americano ao Estreito de Ormuz, iniciado na segunda-feira, segue em vigor.

    O Brent/junho sobe 1,4%, negociado a US$ 96,12/barril e o o WTI/maio avança 1,42%, a US$ 92,58/barril.

  • Minério de ferro: fechou em alta de 0,99% na Bolsa de Dalian, na China, cotado a US$ 112,06/ton.

    A valorização ocorre diante do aumento da demanda entre as siderúrgicas chinesas, frente ao aumento do consumo do usuário final, segundo análise da Baocheng Futures.

Cenário internacional destaca economia e resultados corporativos dos EUA

Nos EUA, o principal destaque é a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve (Fed), às 15h, que reúne a avaliação da instituição sobre o ritmo da economia. Ao longo do dia, também saem indicadores importantes, como o índice Empire State, a confiança das construtoras (NAHB) e os estoques de petróleo.

No campo corporativo, os balanços de Bank of America e Morgan Stanley, antes da abertura, entraram no radar e podem influenciar o humor dos mercados.

Nesta quarta-feira, a agenda de discursos também é intensa: o diretor do Fed, Michael Barr, fala pela manhã, seguido pela vice-presidente para supervisão, Michelle Bowman, pouco antes do Livro Bege. Já a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, participa de evento no fim do dia.

Na Ásia, o foco se volta para a China, que divulga o PIB do primeiro trimestre, além de dados de varejo e produção industrial. A expectativa do BTG Pactual é de crescimento de 4,8% na comparação anual, acelerando em relação ao trimestre anterior.

Na Europa, a produção industrial da zona do euro surpreendeu ao avançar 0,4% em fevereiro, revertendo a queda anterior. Ainda assim, analistas alertam para uma possível deterioração nos próximos meses, pressionada pelos custos de energia.

Cenário nacional

No Brasil, o governo prepara um novo programa de refinanciamento de dívidas para pessoas físicas, com juros de até 1,99% ao mês, abaixo da média atual.

A iniciativa pode repactuar entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões em débitos, com uso do Fundo de Garantia de Operações (FGO) e possibilidade de descontos de até 90% para famílias de menor renda. O projeto, no entanto, ainda enfrenta divergências com bancos sobre critérios de adesão.

No cenário econômico-fiscal em relação ao setor de combustíveis, a equipe econômica informou que os estados têm até o dia 22 para aderir à subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel voltada a importadores, medida que busca mitigar impactos no preço do combustível.

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Destaques do mercado corporativo

  • Vibra: concluiu a venda de 49,9% da Evolua Etanol para a Copersucar, que passa a deter 100% do ativo.
  • Brava Energia: negou ao Broadcast a venda de ativos e afirmou manter gestão ativa do portfólio, avaliando permanentemente possíveis parcerias, investimentos e desinvestimentos.
  • Auren Energia: aprovou a incorporação reversa e reorganização societária para simplificação da estrutura e concentração de ativos.
  • Casas Bahia: aprovou aumento de capital de R$ 93,6 milhões via conversão de debêntures.
  • RD Saúde: cancelou AGE hoje que discutiria plano de ações restritas e reforma estatutária; AGO foi mantida.
  • Stone: aprovou R$ 3,08 bilhões em dividendos extraordinários após venda da Linx para a Totvs. O valor corresponde a US$ 2,53 por ação da companhia, que será pago em 4 de maio para acionistas registrados até o dia 24 de abril.
  • Azul: informou caixa de R$ 2,83 bilhões e contas a receber de R$ 1,78 bilhão em fevereiro, em relatório produzido no contexto das exigências do processo voluntário de Chapter 11.
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