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Índice do medo dispara e chega ao terceiro ponto mais alto da história

Redação Por Redação
07/abr/2025
Em Mercados, Notícias
Imagem: Reuters

Imagem: Reuters

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O índice VIX, também conhecido como “índice do medo”, disparou próximo dos 60 pontos na manhã desta segunda-feira (7), patamar que não era visto desde a crise do subprime, em 2008. O pico acentuado é atribuído à falta de indicações de que Trump poderia atenuar seu posicionamento sobre as tarifas anunciadas na última quarta-feira (2).

Hoje, por volta das 9h20 (horário de Brasília), o VIX subia 7,28%, chegando a 48,50 pontos, atingindo o maior nível desde 1º de março de 2020, data marcada pelo agravamento da crise global de Covid-19.

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No domingo, a marcação do índice já era alarmante, quando avançou 50,92%, encerrando a sessão em 45,31 pontos.

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O VIX é um indicador de volatilidade calculado pela Bolsa de Opções de Chicago (CBOE), que considera os preços das opções do índice S&P 500 com vencimento em 30 dias e é utilizado como termômetro de incerteza no mercado. Quanto mais alto, maior o nível de estresse dos investidores.

Confira o desempenho do índice VIX:

Guerra tarifária pressiona os mercados

A forte alta do VIX ocorre em meio ao aumento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. Na quarta-feira (2), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou tarifas de pelo menos 10% sobre todos os países exportadores para os Estados Unidos, com taxas ainda maiores para cerca de 60 nações.

Na sexta-feira (4), a China respondeu com tarifas adicionais de 34% sobre produtos norte-americanos. O movimento elevou os temores de uma guerra comercial prolongada, com potenciais impactos negativos para o crescimento global.

O People’s Daily, jornal oficial do Partido Comunista Chinês, informou que o governo está preparado para adotar medidas de estímulo. Entre elas, cortes nos juros e na taxa de compulsório bancário, caso a situação exija.

Autoridades de Pequim também anunciaram esforços extraordinários para impulsionar o consumo doméstico e estabilizar o mercado de capitais.

Queda generalizada no mercado global

As bolsas globais reagiram com forte queda ao aumento da aversão ao risco.

Na Europa, o índice pan-europeu Stoxx 600 recua 4,10%, aos 475,97 pontos. Em Nova York, os índices futuros também abriram no vermelho: o Dow Jones caía 2,03%, o S&P 500 recuava 1,98% e o Nasdaq registrava queda de 2,15%.

Na Ásia, as perdas foram ainda mais acentuadas:

  • Nikkei 225 (Tóquio): -7,83%, no menor patamar em 18 meses
  • Kospi (Seul): -5,57%
  • Hang Seng (Hong Kong): -13,22%, pior desempenho diário desde 1997
  • Xangai Composto (China continental): -7,34%

Em Tóquio, o tombo acionou o mecanismo de circuit breaker, que interrompe temporariamente as negociações por 10 minutos, para conter quedas bruscas a partir de 8%.

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Impactos econômicos esperados

O Bank of America alerta que as tarifas recíprocas entre EUA e China podem reduzir o Produto Interno Bruto (PIB) global entre 0,5% e 0,7% em 2025.

Nos Estados Unidos, o banco projeta um possível “choque estagflacionário” — combinação de inflação alta com baixo crescimento.

A estimativa é de aumento de 1,5 ponto percentual na inflação e retração de 1% a 1,5% no PIB em 2025. O risco de recessão no país nos próximos 12 meses foi elevado para 50%.

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