O EasyBZ15, índice da CSD BR que acompanha o desempenho de 15 empresas que têm sede no Brasil ou forte atuação no país e ações listadas no exterior (ADRs), encerrou o mês de junho com alta de 5,93%.
Com o resultado, o índice ficou ligeiramente abaixo do Ibovespa, que avançou 6,01% no mesmo período. No entanto, o EasyBZ15 segue com melhor performance no acumulado do ano: alta de 31,85% em 2025, frente à valorização de 30,99% do principal índice da B3.
Entre os papéis na carteira teórica do índice atualmente estão Ambev, Banco do Brasil, Mercado Livre e Nu Holdings.
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Ações no exterior impulsionam o EasyBZ15
Segundo Fabio Ywashima, especialista em Produtos e Índices da CSD BR, o bom desempenho do EasyBZ15 reflete a força das empresas brasileiras listadas fora do país. “Desde que foi criado, o EasyBZ15 vem se destacando com uma performance consistente, ficando à frente do Ibovespa no longo prazo”, afirma.
Em junho, mesmo com a queda de 4,41% do dólar frente ao real, o índice avançou 5,93%. No acumulado do ano, a diferença é ainda mais evidente: enquanto a moeda americana cai 11,87%, o EasyBZ15 sobe 31,85%, indicando resiliência da carteira mesmo com a valorização do real.
Índice acompanha percepção global sobre o Brasil
O EasyBZ15 é formado por ações de empresas com atuação relevante no Brasil, mas negociadas em bolsas internacionais. Por isso, o índice serve como um termômetro da visão dos investidores estrangeiros sobre o desempenho das companhias brasileiras.
Segundo a CSD BR, a composição do EasyBZ15 busca refletir setores variados da economia nacional, incluindo commodities, consumo, financeiro e tecnologia, oferecendo uma visão ampla e diversificada.
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CSD quer criar nova Bolsa de Valores no Brasil
A companhia tem o objetivo de lançar uma rival para a B3, oferecendo uma alternativa mais moderna, com menor custo e maior liberdade para investidores, corretoras e empresas que desejam acessar o mercado de capitais.
O projeto envolve a criação de uma infraestrutura paralela à da B3, com serviços de registro, custódia e liquidação baseados em tecnologia digital — um modelo que promete ampliar a concorrência e dar mais opções ao mercado.
Segundo Edivar Queiroz, CEO da CSD, a empresa já possui autorização para atuar como depositária e agente de liquidação e registro. O próximo passo é montar a estrutura para a negociação de ativos, criando um ambiente competitivo e mais acessível a novos participantes.
Em entrevista exclusiva para o quadro Monitor Entrevista, apresentado pelo CEO do Monitor do Mercado, Queiroz fala sobre a proposta que pode transformar o mercado financeiro brasileiro com a criação de uma nova Bolsa de Valores.
- 📺 Assista à entrevista completa com Edivar Queiroz, CEO da CSD:











