O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (26) em queda de 1,45%, aos 182.732,67 pontos, perdendo os 183 mil pontos, após ter iniciado a sessão próximo das máximas recentes.
O movimento do mercado brasileiro foi influenciado principalmente pelo cenário internacional. Segundo analistas, a falta de avanços em relação ao conflito no Oriente Médio continua impactando os mercados globais.
A aversão ao risco também foi refletida na alta dos rendimentos dos títulos públicos dos Estados Unidos, conhecidos como Treasuries, e na elevação da curva de juros futuros no Brasil, medida pelos contratos de DI (Depósito Interfinanceiro).
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No Brasil, o IPCA-15 de março, considerado uma prévia oficial da inflação, veio acima das expectativas do mercado. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o mercado interpretou corretamente o termo “calibragem” usado pela autoridade como indicação de corte na taxa Selic.
Apesar da queda no dia, a Bolsa ainda acumula alta de 3,70% na semana. No mês, a perda é de 3,21%, enquanto no acumulado do ano o índice sobe 13,41%.
Destaques do Ibovespa
As ações da Petrobras subiram 2,16% (ON) e 1,09% (PN), impulsionadas pelo preço do petróleo, que teve forte alta, com o barril do tipo Brent superando novamente o nível de US$ 100 em Londres, com avanço superior a 4,5%.
Ainda assim, o desempenho positivo da estatal não foi suficiente para compensar as perdas de outros setores. As ações do setor financeiro contribuíram para a queda do índice. Os papéis do Itaú recuaram 2,69%, enquanto Banco do Brasil (ON) chegou a cair 3,35% no pior momento da sessão. A Vale também registrou baixa, com recuo de 0,80%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Brava (+5,02%), MBRF (+4,20%) e PRIO (+2,20%). Já entre as quedas, ficaram Braskem (-7,22%), Direcional (-5,74%) e Equatorial (-5,24%).
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