O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (9) em alta de 1,38%, aos 209.066,90 pontos, renovando seu recorde de fechamento, em meio à queda dos juros longos e ao posicionamento dos investidores para o segundo turno das eleições.
A valorização ocorreu após a reação dos ativos brasileiros ao resultado do primeiro turno. Parte dos participantes do mercado citados na apuração passou a precificar uma possível mudança na condução da política fiscal caso Flávio Bolsonaro (PL) vença o segundo turno.
O índice também acompanhou o movimento de maior procura por ativos de mercados emergentes no exterior. O EEM, ETF negociado nos Estados Unidos que reúne ações de países emergentes, avançou 1,06% no pregão. Hoje, o volume financeiro negociado somou cerca de R$ 39 bilhões.
Na semana, a Bolsa acumulou valorização de 8,82%, melhor desempenho semanal desde março de 2020. No mês, a alta chega a 12,2% e, no ano, a 29,7%.
Destaques do Ibovespa
A Petrobras subiu 0,94% (ON) e 1,82% (PN), acompanhando a alta moderada do petróleo. A Vale registrou alta de 0,38%, na contramão do minério de ferro, que recuou 1,16%.
No setor financeiro, as ações também avançaram. O BTG Pactual avançou 5,20%, enquanto o Itaú subiu 2,27%. O Banco do Brasil ganhou 1,57% e o Bradesco avançou 0,46%.
Entre as maiores altas do dia ficaram MRV (+21,62%), Magazine Luiza (+19,22%) e Lojas Renner (+11,56%). Já entre as quedas, estiveram Telefônica Brasil (-5,25%), TIM (-4,18%) e Auren (-2,93%).
As ações mais sensíveis ao mercado doméstico voltaram a se destacar. O SMLL avançou 4,26%, enquanto o IMOB ganhou 5,49% e o ICON subiu 3,49%. Na semana, os movimentos foram ainda maiores: 20,14%, 20,77% e 17,70%, respectivamente.










