O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta segunda-feira (16) em alta de 1,49%, aos 139.255,91 pontos — maior fechamento desde 27 de maio. O volume financeiro foi de R$ 22 bilhões.
A alta foi impulsionada pela melhora do apetite por risco no exterior, com a diminuição nas tensões dos conflitos no Oriente Médio, e por dados positivos da economia chinesa.
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Apesar das hostilidades entre Israel e Irã desde a noite da última quinta-feira (12), o mercado reagiu a declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que sugeriu um possível controle da escalada do conflito.
Além disso, uma reportagem do The Wall Street Journal indicou que o Irã estaria disposto a retomar negociações sobre seu programa nuclear, o que também ajudou a aliviar as tensões. Com isso, os contratos futuros do petróleo caíram, devolvendo parte do prêmio de risco.
Na China, indicadores de atividade, como a produção industrial e as vendas no varejo, vieram acima do esperado e beneficiaram ações ligadas a commodities.
Com o desempenho de hoje, o índice acumula alta de 1,63% em junho e de 15,77% no ano. Em quatro das últimas cinco sessões, o mercado brasileiro fechou em terreno positivo.
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Destaques do Ibovespa
Com os impulsos vindo da China, a Vale subiu 3,26%, puxando o setor metálico. Após fortes altas, as ações da Petrobras fecharam em queda, com a PN (PETR4) recuando 0,98% e a ON (PETR3), 0,17%. No setor bancário, Santander (Unit) subiu 0,97% (Santander Unit) e Bradesco (PN), 2,15%.
Entre as maiores altas do dia, ficaram Magazine Luiza (+6,71%), CSN (+6,05%) e Embraer (+5,34%). Por outro lado, BRF (-2,38%), Prio (-1,82%), Marfrig (-0,71%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
Acompanhe o gráfico Ibovespa (em tempo real):
Copom divide mercado sobre taxa Selic
Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) decide a nova taxa básica de juros. O mercado segue dividido.
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A pesquisa Pré-Copom da XP Investimentos, feita com 27 gestoras entre os dias 4 e 12 de junho, mostra que metade dos gestores espera uma alta na Selic, enquanto a outra metade aposta em manutenção.
Já o levantamento do Projeções Broadcast mostra uma leve diferença, com a maioria das apostas indicando manutenção: das 48 instituições consultadas, 27 projetam estabilidade em 10,75% ao ano, enquanto 21 esperam uma elevação de 0,25 ponto percentual.











