As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta terça-feira (8) em queda, pressionadas pelo avanço dos preços do petróleo. A escalada no Oriente Médio, com ataques a instalações sauditas e retaliação iraniana, elevou as preocupações com a inflação e com a trajetória dos juros.
Hoje, o rendimento do título do Tesouro de 10 anos atingiu o maior nível desde novembro de 2023, enquanto o de 2 anos chegou ao maior patamar desde janeiro de 2025. O petróleo Brent fechou em alta de 0,95%, a US$ 97,92 o barril, enquanto o WTI subiu 1,69%, a US$ 93,03, registrando a sexta alta consecutiva, a maior sequência desde março.
Agora, as atenções estão voltadas para a inflação medida pelo PPI e pelo CPI. Segundo o monitoramento do CME Group, a probabilidade de um aumento de 0,25 ponto percentual nos juros dos EUA é de cerca de 60%.
Confira o desempenho dos índices de Nova York:
- Dow Jones caiu 1,18% (52.786,07 pontos);
- S&P 500 recuou 0,58% (7.673,52 pontos);
- Nasdaq teve queda de 0,32% (26.421,41 pontos).
Em 2026, o Dow Jones mostra alta de 9,8%, o S&P 500 sobe 12,1% e o Nasdaq acumula ganho de 13,7%.
Movimentações no mercado de ações
O setor de saúde foi o que mais caiu entre os segmentos do S&P 500 nos EUA, com baixa de 2,2%, após o fracasso de um medicamento da Novartis. A empresa suíça divulgou resultados negativos no teste de fase 3 do pelacarsen, um tratamento cardiovascular, e suas ações recuaram 10,89%.
A notícia também afetou a Amgen, que caiu 10,08% e teve a maior influência negativa no Dow Jones.
Em contrapartida, as ações de empresas de semicondutores subiram, com o ETF SMH avançando 1,5%. A Intel foi um dos destaques do dia, com alta de 9,05%, após notícias de aumento de preços e avanço em litografia. Na outra ponta, a Salesforce caiu 3,88% e foi um dos pesos negativos no Dow Jones.
Nota de transparência: Este conteúdo contou com o auxílio de inteligência artificial na seleção e organização das informações, com base nas fontes citadas, e foi revisado por jornalistas antes da publicação.











