Em março de 1993, a Vitarella começou em Pernambuco com apenas 34 funcionários e foco na produção de massas. Cinco anos depois, a entrada no mercado de biscoitos com o Treloso ampliou o alcance da marca e ajudou a consolidar um negócio que depois passaria a integrar a M. Dias Branco, em uma nova fase de expansão.
Como a Vitarella começou com uma equipe de somente 34 pessoas?
A empresa surgiu como Indústria de Alimentos Bomgosto e iniciou as atividades em março de 1993. A Vitarella era a marca utilizada na produção de massas, enquanto uma equipe de apenas 34 funcionários sustentava aquela primeira estrutura industrial.
O número ajuda a dimensionar o começo. Ainda não existia o portfólio amplo que viria depois, e o foco em massas alimentícias permitia concentrar máquinas, pessoas e distribuição em uma categoria enquanto a marca construía espaço no mercado regional.

O que aconteceu nos cinco anos que antecederam o Treloso?
Entre 1993 e 1998, a operação ganhou experiência e condições para avançar sobre outra categoria. A expansão para os biscoitos exigia novas linhas de produção, formulações diferentes e uma estratégia capaz de colocar um produto recém-lançado ao lado das massas que já eram fabricadas.
A mudança pode ser resumida em quatro momentos principais:
- 1993: início das atividades com massas;
- 34 funcionários: tamanho da equipe inicial;
- Expansão: preparação para novas categorias;
- 1998: entrada no mercado de biscoitos com Treloso.
Por que o Treloso mudou a posição da marca no mercado?
Em 1998, o lançamento do Treloso levou a empresa para o segmento de biscoitos. A Vitarella passou então a trabalhar com duas grandes famílias de alimentos, aumentando as possibilidades de distribuição e ampliando sua presença nos pontos de venda.
O biscoito também ajudou a criar uma identidade própria dentro dessa nova categoria. Em vez de depender exclusivamente das massas, a empresa podia alcançar consumidores em momentos diferentes, fortalecendo o portfólio regional antes dos movimentos empresariais que aconteceriam na década seguinte.

Como a empresa passou a fazer parte de um grupo muito maior?
Em 2008 ocorreu uma mudança importante de controle. A área de relações com investidores da M. Dias Branco registrou a aquisição da empresa proprietária da marca, iniciando uma etapa de integração com uma estrutura industrial e comercial bem maior.
Isso permitiu combinar marcas que já tinham forte presença regional com uma rede mais ampla de produção e distribuição. A escala industrial alcançada depois contrasta diretamente com aquele começo de 1993, quando apenas algumas dezenas de pessoas participavam da operação.
O que os primeiros cinco anos revelam sobre a transformação da Vitarella?
O intervalo foi curto: apenas cinco anos separaram a pequena indústria concentrada em massas da entrada em uma nova categoria. Essa velocidade mostra que a equipe inicial serviu como base para um processo de expansão que rapidamente deixou o negócio mais diversificado.
Dos 34 funcionários de 1993 ao lançamento do Treloso em 1998, a empresa construiu duas frentes de produção que marcariam seu desenvolvimento posterior. O crescimento seguinte ampliaria muito essa escala, mas aqueles primeiros anos definiram a combinação entre massas e biscoitos que acompanharia a marca.











